O prefeito de Codó, Chiquinho do PT, está sendo acusado por servidores municipais de cortar quase pela metade o adicional noturno pago aos vigilantes da cidade, descumprindo a lei que garante 25% sobre o salário mínimo.

Segundo a denúncia, nas gestões de Zé Francisco, Zito Rolim e Francisco Nagib, o benefício era pago corretamente — o que, no ano passado, significava cerca de R$ 220 mensais. Hoje, sob a administração de Chiquinho, o adicional estaria sendo calculado muito abaixo do percentual do salário mínimo, resultando em míseros R$ 67.
O impacto no bolso do trabalhador é grande. Um vigilante que deveria receber aproximadamente R$ 1.729 líquidos, segundo a conta feita pelos servidores, está recebendo R$ 1.587. E, para piorar, o pagamento deste mês só foi feito com oito dias de atraso.
“Os outros prefeitos cumpriam a lei, Chiquinho não. É simples assim”, disse um servidor que pediu para não ser identificado.
Enquanto a categoria cobra explicações, a gestão municipal segue em silêncio.

As mentiras desse prefeito de Instagram se confirmam todo dia, porque ele disse que ia pagar vigilantes em dia e agora além de não pagar o que diz a lei ele ainda atrasa o pagamento.
As mentiras desse prefeito de Instagram se confirmam todo dia, porque ele disse que ia pagar vigilantes em dia e agora além de não pagar o que diz a lei ele ainda atrasa o pagamento.