A onda de fiscalizações da Vigilância Sanitária de Codó — órgão municipal subordinado diretamente ao governo de Chiquinho do PT — tem causado indignação e desespero entre comerciantes. Nos últimos dias, proprietários de farmácias denunciaram o fechamento abrupto de estabelecimentos, apreensão de mercadorias e até ameaças de chamar a polícia contra quem apenas tenta trabalhar e sobreviver.
Uma comerciante relatou ao Marco Silva Notícias que o governo passado “passou o mandato inteiro sem aparecer para fiscalizar”. Agora, porém, as visitas da Vigilância se tornaram rotina — quase “todo dia”, segundo ela — o que, na visão dos próprios trabalhadores, revela um claro movimento punitivo, seletivo e cruel, imposto pela atual gestão de Chiquinho do PT.
“Fiquei tão nervoso porque eu sobrevivo dessa farmácia. Eles deixaram o papel de interditada na porta”, desabafou a proprietária de uma farmácia. Ela afirma que não teve como reagir ou questionar nada, pois os fiscais chegaram em peso e a intimidaram. “Eles ameaçaram até chamar a polícia”, disse.
A operação não se limitou a um único ponto. A denunciante afirmou também ter tomado conhecimento de que, no bairro São Francisco, outras duas farmácias foram interditadas. O clima entre comerciantes é de medo, insegurança e sensação de perseguição — justamente em um momento em que o comércio local já amarga uma das piores crises de vendas dos últimos anos.
A foto enviada pelo comerciante mostra o aviso de INTERDITADO fixado na porta da farmácia. Por medo de retaliação, ele pediu que sua identificação fosse protegida. Curiosamente, o documento de interdição não exibia o nome do estabelecimento, o que elimina riscos diretos à divulgação da imagem.

Mesmo assim, o sentimento predominante entre os trabalhadores é de revolta com o que chamam de “maldade” e “insensibilidade” de Chiquinho do PT. Para eles, o prefeito está mais empenhado em punir e fechar estabelecimentos do que em orientar e ajudar o comércio a se reerguer.
“O comércio já tá um nada, e ainda perseguem quem trabalha pra sobreviver”, lamentou uma comerciante.
A postura do prefeito — marcada pela rigidez extrema, falta de diálogo e ausência de compaixão — vem agravando ainda mais a situação de pequenos empresários que lutam todos os dias para não fechar as portas. Em vez de apoiar, o governo municipal parece empenhado em sufocar aqueles que, apesar das dificuldades, continuam tentando gerar emprego e sustento em Codó.

Na reportagem não fala o motivo ou argumento usado para a interdição.
Acho que antes da matéria ser produzida deveria saber porque foi fechada, pelo aviso aí tem um artigo da Lei Federal, então tem alguma coisa errada no estabelecimento. Outra coisa que achei interessante foi vc dizer que no governo passado não tinha fiscalização, aí vc falou a verdade, era uma bagunça só. Agora tem. Codo e uma.cidade acostumada a dizer que nada pode acontecer. Se faz uma blitz pra cobrar a lei dizem que esta errado. Se fazem uma fiscalização para melhorar a vida do cidadão, não pode, tá errado. Codo quer viver a margem.da lei.
FAÇO MINHAS AS SUAS PALAVRAS