Em mais um episódio que escancara o uso da máquina pública para fins políticos, o prefeito de Codó, Chiquinho do PT, mostrou mais uma vez que não aceita ser contrariado. Após o rompimento de Pedro Belo, o gestor municipal decidiu sacar sua já conhecida “caneta do mal” e assinou a demissão de dezenas de trabalhadores humildes ligados ao seu ex-secretário de Agricultura.

Segundo informações apuradas pelo Marco Silva Notícias, os trabalhadores indicados por Pedro Belo foram afastados de seus cargos por pura retaliação política. A maioria são pessoas simples, pais e mães de família, que dependiam do salário para colocar comida na mesa — agora, jogadas ao desemprego por uma decisão movida a rancor e perseguição.

Uma das demitidas relatou ao portal que trabalhava como zeladora em uma escola pública do munícipio e que nunca se envolveu em disputas políticas. Mesmo assim, acabou punida apenas por ter sido indicada pelo agora ex-aliado do prefeito de Codó.

A atitude de Chiquinho, vista por muitos como autoritária e cruel, reforça a velha prática da política atrasada: quem não se curva ao chefe, paga com o emprego. Enquanto isso, o discurso de “governo petista popular” e “defesa dos mais humildes” parece ter ficado apenas na propaganda — porque, na prática, quem mais sofre com suas decisões são justamente os que menos têm culpa e mais precisam.