A grave denúncia envolvendo o deputado estadual Francisco Nagib repercutiu na sessão da Câmara Municipal de Codó realizada na noite desta terça-feira (10). No entanto, entre os 17 vereadores presentes, apenas um parlamentar decidiu se pronunciar publicamente sobre o caso.
O único a abordar o assunto foi o vereador Pastor Max, que classificou as denúncias como graves e defendeu que os órgãos responsáveis pela fiscalização dos recursos públicos realizem uma investigação rigorosa para esclarecer os fatos.
Durante sua manifestação, o parlamentar destacou a importância de que todas as suspeitas sejam devidamente apuradas pelos órgãos de controle, garantindo transparência e responsabilidade na aplicação do dinheiro público.
Por outro lado, chamou atenção o silêncio dos demais vereadores presentes na sessão. Mesmo diante da repercussão das denúncias envolvendo um contrato superior a R$ 5 milhões da Prefeitura de Codó, nenhum outro parlamentar utilizou a tribuna para comentar o caso.
A ausência de posicionamento por parte da maioria dos vereadores levanta questionamentos sobre o papel fiscalizador da Câmara Municipal, que tem entre suas atribuições justamente acompanhar e cobrar esclarecimentos sobre a aplicação dos recursos públicos no município.
Enquanto isso, as denúncias seguem sendo analisadas pelo Ministério Público do Maranhão, que poderá decidir pela abertura de investigação para apurar as acusações relacionadas ao contrato firmado entre a Prefeitura de Codó e a empresa Autobahn Tecnologia Ltda.
O caso continua gerando repercussão política na cidade e aumenta a pressão por esclarecimentos tanto por parte das autoridades municipais quanto dos órgãos de controle. O espaço permanece aberto para manifestação dos citados.

Falar sobre a denúncia foi muito bom, deu oportunidade para que outros vereadores se manifestassem, se silenciaram, já indicaram de qual lado estão…..e não é do lado do povo. É a segunda denúncia envolvendo a mesma pessoa e valores altos. Vamos aguardar o posicionamento do MP.
Na verdade, nenhum Edil está do lado povo, nem oposição, tampouco situação, cada um busca interesses próprios. O Pastor também não é exemplo pra ninguém, é só rebuscar um passado bem próximo.
Verdade.