O caso do pequeno Ayron Santos Silva, que morreu com apenas cinco dias de vida no Hospital Geral Municipal de Codó (HGM), ainda gera comoção e indignação. O bebê nasceu no dia 12 de maio e faleceu no dia 16, mas até hoje a família não recebeu explicações claras sobre o que realmente aconteceu.

Segundo os familiares, o hospital se recusou a entregar os prontuários médicos e outros documentos que poderiam esclarecer a causa da morte. A dor aumentou ainda mais quando, ao solicitar uma investigação da Câmara Municipal, foram atacados publicamente pelo vereador Leonel Filho — que é casado com a diretora do hospital, Rossana Magna.
Para a família, há conflito de interesses. Mesmo com o pedido de afastamento, o vereador segue usando a tribuna para defender o hospital e, indiretamente, sua esposa. Isso levanta suspeitas e compromete a isenção necessária para apurar os fatos.
O Ministério Público notificou os diretores do HGM e pode abrir um inquérito para apurar possível negligência médica. A família pede justiça, transparência e respeito. “Não é justo que uma morte tão precoce fique sem respostas. Queremos a verdade sobre o que aconteceu com o nosso filho”, disse um dos parentes.
O caso mobiliza a sociedade codoense, que se une em solidariedade à família de Ayron. A Polícia Civil também poderá instaurar inquérito para apurar uma possível negligência médica.

Certamente há algo muito grave a esconder para que a diretoria incompetente do hospital não torne público e nem disponibilize à família o laudo legista que aponta a causa da morte do bebê.
Já que estão escondendo o laudo da causa mortis, para chegar à verdade é necessário que o Ministério Público exija instauração de inquérito policial. Só com a verdade dos fatos podemos dar a devida satisfação à sociedade e tranquilidade aos familiares do bebê.
A sociedade não pode aceitar que um caso terrível como esse fique impune, porque há culpados.