NOTA DE ESCLARECIMENTO
Diante da nota divulgada pelo Padre França, da Paróquia São Sebastião, venho a público esclarecer alguns pontos sobre a informação referente ao translado do Frei Gilson entre Teresina e Codó.
Em primeiro lugar, é importante destacar que em nenhum momento, em nenhuma linha da matéria publicada por mim, foi afirmado que a igreja pagou pelo transporte aéreo. A informação divulgada foi exatamente a que ocorreu: houve, sim, uma cobrança inicial feita pelo piloto do deputado Francisco Nagib, no valor de R$ 14 mil — R$ 7 mil pela ida e R$ 7 mil pelo retorno. Essa cobrança foi posteriormente cancelada após intervenção do prefeito Chiquinho do PT, pai do deputado.
Reafirmo que minha fonte é absolutamente confiável e mantenho cada palavra da matéria publicada. Se a cobrança não gerou custos para a igreja, isso se deve exclusivamente ao fato de que ela foi cancelada após o episódio vir à tona internamente — e não porque nunca existiu.
Também é importante ressaltar que nenhuma polêmica envolvendo políticos teria ocorrido se a organização do evento tivesse cumprido o pedido do próprio Frei Gilson, que expressou claramente o desejo de não ver sua imagem vinculada a figuras políticas.
Mas o que vimos foi exatamente o contrário:
* Propaganda política escancarada dentro do show, com banners gigantes de políticos espalhados pelo local;
* Uso do evento religioso para promoção pessoal do deputado e seu pai;
* Declaração do deputado Francisco Nagib dizendo que “recebeu a missão” de trazer o Frei Gilson em seu avião;
* Camisas com a imagem do Frei Gilson ao lado de logomarcas com os nomes de Francisco Nagib e Chiquinho FC;
* E posteriormente, a mentira do Nagib ao afirmar que o show fazia parte da programação de Natal da Prefeitura de Codó.
Tudo isso poderia ter sido evitado se a organização tivesse recusado patrocínios políticos e optado apenas por apoio da iniciativa privada — algo perfeitamente possível.
Lamento que o padre tenha se sentido pressionado a divulgar uma nota para tentar blindar o deputado Nagib. Mas meu compromisso é com a verdade, com a informação correta e com a transparência.
Por Marco Silva – Jornalista
https://www.instagram.com/p/DROB2RXDTu6/?igsh=MW9sdGg5dWlld2FmcA==

Foi simplesmente vergonhoso o que aconteceu. O locutor, sem ter sido chamado e sem nenhum respeito, se metia o tempo todo, arrancando o microfone da mão dos outros para repetir, a cada minuto, o nome do prefeito e dos deputados. Era constrangedor. Eu fiquei indignado, e dava para ver na expressão das pessoas ao redor que todos estavam desconfortáveis — e ele, totalmente alheio, agia como se nada estivesse acontecendo.
O pior é que ele foi orientado diversas vezes a se retirar do palco. Mesmo assim, bastava um segundo de descuido para ele voltar correndo e pegar o microfone de novo, como se tivesse algum direito sobre aquilo. Foi uma cena lamentável, desrespeitosa e totalmente fora de controle.
Concordo plenamente! Eu também estava lá e senti a mesma vergonha. Foi um absurdo o comportamento dele. Já tinham deixado claro que ele não devia estar no palco, mas parecia que ele fazia questão de aparecer. Todo mundo percebendo o constrangimento e ele insistindo em tomar o microfone. Falta de respeito total com o evento e com o público.
Aquele evento não era político, era religioso, e mesmo assim o locutor insistiu em transformar tudo em palanque. Foi feio demais! Sinceramente, aquilo não foi normal. Ou ele foi pago pra fazer aquilo, ou então pior ainda: fez de graça, só pra aparecer.
É triste ver até onde o ser humano chega para prestar um papel desses. Em um momento que deveria ser de respeito, fé e união, ele conseguiu constranger todo mundo. Vergonhoso demais!
O evento tinha um propósito totalmente diferente, era para ser um momento espiritual, de união, e o locutor conseguiu estragar o clima. Nada a ver ficar jogando nome de político toda hora. Totalmente deslocado.
Sinceramente, parecia que ele estava desesperado por atenção. Todo mundo desconfortável, várias pessoas comentando entre si, e ele lá, como se estivesse fazendo um grande favor. Foi muito desagradável.
O que mais me revoltóu foi ele voltar para o palco mesmo depois de ser mandado sair. Que falta de respeito! Ele achou que era o dono do evento. Nunca vi uma atitude tão sem noção.
O evento era religioso, gente! Não tinha absolutamente nada a ver com política. Foi feio demais. Eu fiquei com vergonha alheia REAL. A cara do povo dizia tudo.
Tomara que para os próximos eventos organizem melhor quem vai falar no microfone. A bagunça que ele causou foi gigante. Ninguém merece passar por aquilo de novo.