Uma mãe denunciou uma série de problemas e contradições no processo de matrícula escolar da rede pública, envolvendo pré-matrícula, sorteio de vagas e fila de espera, situação que tem gerado revolta com o govermo de Chiquinho do PT e insegurança entre pais e responsáveis.

Segundo o relato, para que as crianças consigam vaga na escola, é necessário passar por uma pré-matrícula e, posteriormente, por um sorteio. O filho da denunciante não foi contemplado inicialmente e ficou na chamada fila de espera. Na última quinta-feira, quando saiu a segunda lista, o nome da criança apareceu, o que levou a mãe a ir até a escola para efetivar a matrícula.
No entanto, ao chegar à unidade de ensino, a mãe foi informada de que seu filho não poderia mais permanecer naquela escola, sob a justificativa de que a Secretaria de Educação teria autorizado a inclusão de apenas mais quatro crianças. A situação causou surpresa, já que a família mora praticamente em frente à escola, além de a mãe ter uma bebê e não dispor de transporte para levar o filho a uma unidade mais distante.
Ainda conforme o relato, após entrar em contato com a Secretaria, a mãe foi orientada apenas a aguardar uma solução. Diante da demora e da falta de respostas, ela afirmou ter perdido a paciência e dito que buscaria a secretaria pessoalmente, além de recorrer ao prefeito e à mídia. Após isso, foi chamada para comparecer à Secretaria, acreditando que o problema seria resolvido.
No local, no entanto, a versão apresentada teria mudado. A mãe foi informada de que a lista enviada não seria resultado de sorteio, mas apenas da fila de espera, e que não haveria mais nenhuma criança sorteada. Ela afirma ter sentido que estavam tentando retirar seu filho da escola desejada “de todo jeito”, inclusive sugerindo a matrícula em uma escola distante, opção que já havia sido considerada inviável anteriormente.
Outro ponto que gerou ainda mais indignação foi a declaração de que existiriam mães que conseguem “dar um jeito” de encaixar seus filhos nas escolas, mas que essas situações não seriam divulgadas, o que levanta suspeitas de possível favorecimento no processo.
“Hoje em dia a gente já não tem mais nem o direito de colocar os filhos na escola que escolhe”, desabafou a mãe, que questiona a transparência e a igualdade de critérios no sistema de matrículas.

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