Familiares de João Batista Lima da Silva, de 42 anos, desaparecido desde a tarde desta segunda-feira (1º) no Rio Itapecuru, em Codó, fizeram um apelo público por mais apoio das autoridades para intensificar as buscas.

Em entrevista concedida ao repórter Gildo Brito, parentes afirmaram que estão indignados com a estrutura disponibilizada para a operação e cobram uma resposta mais efetiva dos órgãos responsáveis.

Segundo a família, João Batista desapareceu enquanto pescava com a esposa em uma área do rio conhecida como repanceira. Somente nesta terça-feira (2), o Corpo de Bombeiros iniciou as buscas no local, mas os familiares consideram o efetivo e os recursos insuficientes.

De acordo com os relatos, a família procurou a Prefeitura de Codó em busca de apoio para auxiliar nas buscas, mas teria recebido a informação de que uma lancha só poderia ser disponibilizada nesta quarta-feira (3). Ainda segundo os parentes, diversos vereadores também foram procurados, mas apenas o vereador Teonilo do Garra disponibilizou uma embarcação para ajudar na operação.

A lancha cedida pelo parlamentar está sendo utilizada pelos dois bombeiros que atuam nas buscas. No entanto, os familiares afirmam que os militares já estão com mais de uma hora sem serem vistos na região onde ocorreu o desaparecimento, aumentando a angústia de quem acompanha o trabalho às margens do rio.

Os parentes cobram um maior empenho do Corpo de Bombeiros e das demais autoridades do município, defendendo que mais equipes, embarcações e equipamentos sejam empregados na operação para ampliar as chances de localização da vítima.

João Batista mora na Rua São Lucas, na região da Trizidela, e é bastante conhecido entre moradores da área. Enquanto as buscas continuam, familiares e amigos seguem mobilizados na expectativa de uma resposta sobre o paradeiro do pescador.