Uma denúncia encaminhada de forma anônima aponta a falta de profissionais de apoio para acompanhar alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) na Escola Municipal Cívico-Militar Codoense, em Codó.

De acordo com as mensagens enviadas à reportagem, as aulas já foram iniciadas e há mais de um aluno com autismo matriculado em turma regular. No entanto, segundo o relato, a unidade estaria sem auxiliares para acompanhar esses estudantes, o que tem gerado preocupação entre pais de alunos.

Uma das mensagens afirma que um estudante do 6º ano teria sido alvo de agressões dentro da sala de aula e que, em um dos episódios, quase sofreu ferimentos graves nos olhos. A mãe de um aluno da mesma turma relatou que o filho voltou para casa reclamando do comportamento agressivo de um dos colegas e destacou que não há profissional de apoio para acompanhar o estudante com TEA.

A denunciante reforça que a matrícula de crianças com TEA em sala regular é um direito garantido por lei, mas ressalta que a inclusão precisa ser acompanhada de estrutura adequada e profissionais capacitados, tanto para assegurar o aprendizado do aluno com autismo quanto a segurança dos demais estudantes.

A identidade da fonte foi preservada, a pedido da denunciante. O espaço segue aberto para que a direção da Escola Municipal Cívico-Militar Codoense e a Secretaria Municipal de Educação se manifestem sobre a situação.