A gestão do prefeito de Codó, Chiquinho do PT, vem sendo alvo de duras críticas diante do agravamento da situação da saúde pública no município. Enquanto o governo municipal intensifica a construção e reforma de praças em diversos bairros, pacientes do Hospital Geral Municipal (HGM) denunciam a falta de leitos e o adiamento de cirurgias, mesmo em casos de urgência.

Relatos de familiares e pacientes revelam um cenário preocupante. Pessoas que aguardavam por procedimentos cirúrgicos estão sendo mandadas de volta para casa por falta de vagas na unidade de saúde. A situação gerou indignação, sobretudo após o prefeito inaugurar recentemente, com grande destaque nas redes sociais e na imprensa local, uma nova ala do hospital, prometendo a ampliação do número de leitos.

A pergunta que tem circulado entre a população é direta: onde estão os leitos prometidos?

A frustração cresce entre os que dependem do atendimento público, que se veem presos em longas filas, enfrentando incertezas e adiamentos. Enquanto isso, praças reformadas são entregues com festas e discursos, contrastando com a dura realidade de quem busca atendimento médico e encontra portas fechadas.

O colapso no HGM expõe a prioridade da atual administração e levanta questionamentos sobre a real aplicação dos recursos públicos. Em um momento em que a saúde deveria ser tratada como prioridade absoluta, Codó enfrenta uma crise que vai além da estrutura: atinge diretamente a dignidade e a vida de seus cidadãos.