O caso envolvendo o médico psiquiatra Dr. Ivanenko Santos, que sacou uma arma de fogo em praça pública e voltou a repetir o gesto dentro da Delegacia de Polícia Civil de Codó, continua repercutindo e gerando novas manifestações oficiais. Na tarde desta quarta-feira (19), a 4ª Delegacia Regional de Codó publicou uma nota oficial esclarecendo pontos importantes sobre o episódio que já viralizou nas redes sociais.

No comunicado, a Delegacia Regional esclarece que nenhum policial civil do Maranhão esteve envolvido na discussão filmada dentro da unidade. Segundo o órgão, a confusão envolveu um policial civil do estado do Piauí — como o próprio Ivanenko afirma ser — e o advogado Germano Brandão.
A nota destaca ainda que, diante das agressões e do tumulto ocorridos nas dependências da delegacia, um inquérito policial foi instaurado para a apuração rigorosa de todos os fatos e para a adoção das medidas legais cabíveis.
Nota oficial da 4ª Delegacia Regional de Codó
“Sobre os vídeos que registram uma discussão ocorrida nas dependências da 4ª Delegacia Regional de Codó, na manhã desta quinta-feira (20), informamos que o episódio não envolve nenhum Policial Civil do Maranhão nem servidores lotados na unidade. A situação ocorreu entre um Policial Civil do Piauí e um advogado.
Informamos ainda que, diante das agressões proferidas, foi instaurado inquérito policial para a apuração rigorosa dos fatos e a adoção das medidas legais cabíveis.”
Contexto da confusão
A confusão começou na praça próxima ao Colégio Militar, onde o médico sacou uma pistola, tomou um documento das mãos de um funcionário do cartório e apontou a arma para o advogado Germano Brandão. Minutos depois, já na delegacia, Ivanenko voltou a sacar a arma, gerando pânico e indignação — inclusive na presença do delegado regional Willan Soares.
O episódio já resultou na demissão imediata do psiquiatra do CAPS de Codó, decisão confirmada pelo secretário municipal de Saúde, Suelson Sales.
Desdobramentos
Com o inquérito instaurado, o caso seguirá em investigação pela Polícia Civil, que deve detalhar eventuais crimes cometidos e encaminhar o procedimento ao Ministério Público. O Marco Silva Notícias continuará acompanhando cada etapa deste caso que tem impressionado pela gravidade e pelo descontrole demonstrado em espaços públicos e dentro de uma instituição policial.

Deixe um comentário