🗓️ Linha do tempo das denúncias contra o HGM de Codó
17 de maio de 2025
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A influenciadora digital Lindajane Carvalho denuncia a morte do irmão, um bebê de apenas 5 dias.
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O recém-nascido aguardava transferência para outra unidade de saúde, mas morreu no HGM.
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A família constatou que o crânio do bebê estava fraturado após a morte.
8 a 11 de fevereiro de 2025 (relato divulgado depois)
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Uma gestante de 6 meses denuncia atendimento negligente do médico Isisnaldo Silva Correia.
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Ela perdeu líquido amniótico e foi internada em condições precárias, recebendo apenas dipirona e antibióticos.
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Mesmo sem movimentação do bebê, recebeu alta.
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Só após buscar ajuda em Timbiras foi transferida para São Luís, onde passou por uma cesariana de emergência.
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O bebê sobreviveu por pouco.
18 de agosto de 2025
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Caso mais grave: durante um parto no Centro de Parto Normal do HGM, um bebê foi decapitado.
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Familiares e enfermeiros haviam alertado que a gestante não tinha condições de parto normal e que o bebê pesava mais de 4 kg.
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Apesar disso, o médico Isisnaldo insistiu no parto natural, só realizando a cesariana após a morte do bebê.
19 de agosto de 2025
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A direção do HGM divulga nota oficial negando negligência e acusando a imprensa de criar uma “narrativa de terror”.
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A nota afirma que a cesariana teria sido decidida assim que a mãe deu entrada, mas testemunhas e outro médico de plantão confirmaram que houve tentativa de parto normal.
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O jornalista Marco Silva denuncia o caso ao Ministério Público do Maranhão, pedindo a exumação do corpo.
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Também registra denúncia no CRM-MA, após confirmar que Isisnaldo Silva Correia não possui registro de especialização em obstetrícia.
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Mais tarde, denuncia ainda o médico e o hospital à Polícia Civil.
19 de agosto de 2025 (tarde)
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Paciente internada no HGM revela que funcionários estão proibidos de comentar a morte do bebê, sob ameaça de demissão.
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Ela afirma que o próprio médico denunciado fez seu parto e que há uma tentativa de “abafar o caso”.
19 de agosto de 2025 (noite)
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Nova denúncia: outra mãe relata que foi obrigada a passar por parto normal de um bebê com 4,9 kg, mesmo tendo pressão alta, diabetes e sobrepeso.
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O bebê ficou 21 dias internado após o nascimento.
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A mulher diz que um médico debochou de sua situação, afirmando: “Se você teve um filho de 4 kg, pode ter um de 5.”
19 de agosto de 2025 (sessão da Câmara)
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O caso chega ao Legislativo.
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O vereador Pastor Max pede investigação sobre a morte do bebê.
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O vereador Leonel Filho, marido da diretora do HGM Rossana Araújo, tenta minimizar, perguntando: “Qual é o parente que tá cobrando essa investigação?”
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Pastor Max responde: “Quem tá cobrando é a sociedade.”
- O vereador Chiquinho do SAAE Junior lamentou o ocorrido e pede que o corpo do bebê seja exumado para que o caso seja investigado.

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