Apesar de ter divulgado um vídeo nas redes sociais afirmando ser inocente e negando qualquer comportamento violento, o vigilante Jairon Francisco Silva dos Santos, de 32 anos, volta ao centro de uma grave polêmica após o surgimento de novas provas que contradizem sua versão.

Prints de conversas obtidos pelo jornalista Marco Silva mostram Jairon fazendo ameaças explícitas contra uma ex-namorada, com quem manteve um relacionamento por mais de um ano. As mensagens revelam um comportamento agressivo, marcado por intimidação, chantagem e ameaças de morte.
Em um dos trechos mais alarmantes, o vigilante ameaça expor um vídeo íntimo da jovem, que, segundo relato da própria vítima, foi gravado sem consentimento enquanto ela estava sob efeito de álcool.
“Eu vou divulgar teu vídeo. Só vou cortar minha mão. Tu vai se fuder. Codó inteiro vai ver”, escreveu.

De acordo com a vítima, o material era utilizado como forma de pressão motivada por ciúmes, caracterizando possível violência psicológica e até crime de divulgação de conteúdo íntimo sem autorização.
As ameaças, no entanto, não param por aí. Em outra parte da conversa, Jairon eleva o nível de agressividade e faz ameaças diretas de morte:
“Fala a vdd que é melhor cara. Eu vou achar esses caras. E tu vai pagar junto com eles. Eu faço é te matar cara, tô nem ai”
Mesmo após ser confrontado, ele reforça o tom violento:
“Dedo não , faço e te matar (…) se eu te pegar m traindo tu e quem estaver contigo”

As mensagens, marcadas por erros de português, evidenciam a intensidade e a gravidade das ameaças.
O conteúdo vem à tona logo após Jairon tentar se defender publicamente das acusações já divulgadas ao longo da semana, que incluem agressão, ameaças a outro homem e até denúncia de estupro — casos que, inclusive, resultaram em sua demissão da faculdade UniFacema.
A nova denúncia reforça o padrão de comportamento violento descrito nas matérias anteriores e levanta questionamentos sobre a veracidade da versão apresentada pelo vigilante em seu vídeo de defesa.
O caso ganha ainda mais gravidade diante da reincidência de relatos e da existência de provas documentais, que podem ser utilizadas em eventuais investigações policiais.

Essa mulher tem que fazer um BO, para que ele seja preso por ameaças claras, antes que seja tarde.