O clima entre o prefeito de Codó, Chiquinho Oliveira, e o vereador Wanderson da Trizidela azedou de vez — e agora o rompimento é oficial, declarado e com consequências imediatas. A relação, que já vinha estremecida nos bastidores, desabou de vez durante uma reunião política realizada na última terça-feira (29), na residência do prefeito.

Na ocasião, Chiquinho agradeceu nominalmente a todos os vereadores presentes e considerados aliados — mas ignorou completamente Wanderson, que, por sua vez, também não compareceu ao encontro. A ausência, longe de ser casual, foi uma mensagem direta: o vereador já havia anunciado que não apoiará os candidatos do grupo do prefeito nas eleições de 2026. Em vez disso, firmou apoio a Pedro Lucas Fernandes (para deputado federal) e Paulo Cazé (para estadual), deixando clara sua nova trincheira política.
A resposta do prefeito foi rápida e fulminante. Fontes da administração municipal confirmam que Chiquinho determinou o início imediato da retirada de todos os cargos indicados por Wanderson na estrutura da prefeitura. Lideranças ligadas ao vereador já estão sendo chamadas para uma conversa direta e definitiva: ou permanecem com o prefeito, ou deixam o governo.
A medida reforça o estilo político de Chiquinho Oliveira, conhecido por não tolerar “meio apoio”. Com os olhos voltados para 2026, quando pretende lançar sua nora, Agnes Oliveira, como candidata à Assembleia Legislativa, o prefeito quer garantir lealdade total dentro do seu grupo. E o recado para os infiéis é claro: quem não marchar junto, perde espaço e influência.
Com o racha escancarado, Wanderson da Trizidela agora se junta ao grupo de dissidentes que decidiram seguir caminhos próprios, mesmo que isso custe a perda de cargos e benefícios. A guerra fria dentro da base de Chiquinho chegou oficialmente ao fim — e deu lugar a um conflito aberto, com corte de cabeças e articulações já em curso nos bastidores da política codoense.
Com informações do Blog do Leonardo Alves

Ele é vereador por 4 anos, mas não pensou nos seus apoiadores que irão perder o emprego.
E os outros vereadores só não seguem o exemplo de independência do vereador Wanderson porque dependem da gorjeta que FC dar para eles.