Um suposto plano político do prefeito Chiquinho do PT está gerando polêmica nos bastidores da política codoense. De acordo com aliados próximos do gestor, ele pretende se manter no comando de Codó por, pelo menos, 16 anos — governando por dois mandatos consecutivos, de 2025 a 2032, e depois lançando o atual presidente da Câmara Municipal, Roberto Cobel, como sucessor para dar continuidade ao projeto até 2040.

Nos bastidores, a ideia é vista como uma estratégia de domínio político a longo prazo, capaz de consolidar o poder do grupo que hoje ocupa a prefeitura. “Se muita gente acha o Chiquinho arrogante, o Roberto Cobel é muito pior. Não tenho dúvidas de que, com ele no poder, voltaríamos aos tempos do coronelismo, quando quem não concordava com o governo era perseguido”, afirmou um vereador aliado do prefeito, que pediu para não ser identificado por medo de retaliações.
O possível plano levanta questionamentos sobre o futuro político e econômico de Codó. Em meio a um comércio local em crise, empresários temem que a concentração de poder e os benefícios indiretos concedidos a empresas ligadas ao grupo político atual possam agravar ainda mais o cenário econômico.
Chiquinho do PT e Roberto Cobel são apontados como donos de diversas empresas que, segundo relatos, vêm sendo favorecidas indiretamente pela atual gestão. Caso o projeto se confirme, Codó pode estar diante de uma das maiores manobras de perpetuação no poder da história recente do município.
Resta saber se a população de Codó concorda em entregar os próximos 16 anos de sua história às mãos do mesmo grupo político que está destruíndo a economia da cidade.

A população de Codó já se prepara pra não votar nos candidatos dele no próximo ano. A resposta pro prefeito será dada em 2026.
Temos que ficar de olho não apenas no Roberto cobel como possível candidato a prefeito de Codo. Pois a real intenção do FC não seria lançar o Cobel, mais sim seu neto, onde o mesmo já teria idade para concorrer a prefeitura de Codo após sua possivel reeleição. Onde o FC não abriria mão de permanecer por mais de 16 anos no poder. A estratégia é essa.